Gestão Eficiente de Estoque para Fábricas: Comece Agora

Gestão Eficiente de Estoque para Fábricas: Comece Agora A gestão de estoque em fábricas que operam com produtos e materiais é essencial para a eficiência operacional. Esta tarefa demanda processos bem definidos e uma equipe disciplinada. Muitas vezes, as fábricas enfrentam dificuldades, levando ao desenvolvimento de controles ineficazes. É comum que se aceite um controle falho e um estoque impreciso, como se fosse uma norma. Assim, embora possam existir problemas, muitos não se dedicam a implementar melhorias significativas. A questão importante é: até que ponto uma fábrica deve investir tempo e recursos na gestão de estoque? A resposta reside no ponto em que os custos de controle não impactem negativamente na rentabilidade da indústria e em que os resultados trazidos pela gestão de estoque proporcionem benefícios financeiros. Classificação de Materiais: O Início de um Controle Rigoroso Na prática, não é viável aplicar o mesmo nível de controle em todos os materiais. Por exemplo, em uma metalúrgica, não é necessário monitorar arruelas com uma precisão excessiva. O controle pode ser realizado por peso ou por pacotes de compra. O primeiro passo deve ser a classificação dos materiais em categorias ABC, onde: Materiais “A”: representam 80% do valor movimentado no estoque. Materiais “B”: representam 15% do valor movimentado. Materiais “C”: representam 5% do valor movimentado. Um dado comum ilustra essa relação: 20% dos produtos equivalem a 80% do valor financeiro em estoque, enquanto os outros 80% representam apenas 20% do valor. Portanto, para os 20% dos produtos categorizados como “A”, deve-se aplicar 80% dos esforços de controle. Os demais materiais podem receber uma abordagem mais relaxada. É notável como muitas fábricas ainda não conhecem a curva ABC, levando a frustrações e perda de performance na gestão de estoques. Implementando um Controle Eficiente de Estoque O primeiro passo para um controle de estoque eficaz é um processo de identificação robusto, permitindo a criação de agrupamentos hierárquicos, tais como grupos e subgrupos. As categorias devem refletir a relevância e aplicabilidade, evitando estruturas complexas que possam dificultar a operação. Depois de classificar, é crucial estabelecer locais e endereçamentos para os itens, facilitando a separação e movimentação. Qualquer tempo economizado nesse processo traduz-se em maior eficiência, reduzindo custos de fabricação. Itens críticos, como aqueles que têm um prazo de validade, devem ser agrupados e rotulados como “lotes” para garantir rastreabilidade e movimentação precisas no chão de fábrica. A Estrutura de Engenharia como Base da Gestão de Estoque Os materiais utilizados diretamente nos processos de fabricação devem ser organizados hierarquicamente dentro da estrutura dos produtos fabricados, que pode incluir itens finais, intermediários ou semiacabados. Uma estrutura de engenharia bem definida é fundamental, uma vez que garantirá a alocação e movimentação corretas de todos os componentes durante a fabricação. As falhas nessa estrutura podem resultar em consequências sérias, como atrasos e desperdícios, tornando críticas as etapas de definição de quantidades, unidades e codificação dos materiais. Imagine fazer um bolo seguindo uma receita errada: os ingredientes incorretos podem arruinar todo o resultado final. O mesmo acontece na gestão de estoque. O Papel do Sistema E2Corp e E2Access na Gestão de Estoques A gestão de produção, incluindo o MRP I, demanda um controle preciso de estoques. O cálculo do MRP, que envolve vários níveis hierárquicos e especificidades de lote, é complexo. Um sistema ERP robusto, como o E2Corp ou o E2Access, é crucial para automatizar e otimizar esses processos. Os impactos das falhas no MRP podem ser enormes, resultando em atrasos e custos inesperados. Por isso, iniciar a gestão de estoques com um sistema ERP é fundamental. No entanto, somente o uso de um sistema não é suficiente; é necessário definir processos claros e ter uma equipe treinada. O sistema ERP fornece toda a informação necessária para operacionalizar o controle de estoque, oferecendo suporte às decisões operacionais e gerenciais. A eficiência na gestão de estoques influencia diretamente prazos de entrega, qualidade, custos de produção e fluxo de caixa. Após implementar o E2Access, a nossa precisão no controle de estoque melhorou significativamente, reduzindo rupturas e aumentando a eficiência nas operações. Concluindo: A Importância de Um Sistema Eficiente Para uma gestão eficiente de estoques, a escolha de um sistema ERP adequado, como o E2Corp ou E2Access, é determinante. É essencial evitar soluções improvisadas que não geram resultados adequados. A combinação de processos bem definidos e um bom sistema é o caminho para otimizar as operações de estoque em uma fábrica. Solicite uma demonstração técnica para entender como o E2Corp e o E2Access podem transformar a gestão de estoques da sua indústria.
Entenda as Principais Questões sobre o Bloco K SPED e sua Implicação nas Indústrias

Entenda as Principais Questões sobre o Bloco K SPED e sua Implicação nas Indústrias O Bloco K do SPED é uma exigência que ainda gera muitas dúvidas nas indústrias, especialmente pelas suas recentes implementações. Criado para reduzir a sonegação fiscal, o Bloco K exige atenção redobrada, visto que divergências nos inventários podem atrair a fiscalização. Confira as perguntas mais frequentes sobre o Bloco K e suas novidades. 1. Qual a obrigatoriedade de entrega do Bloco K SPED? A entrega do Bloco K SPED é obrigatória para todas as indústrias e atacadistas. O livro digital de Registro do Controle de Produção e do Estoque deve ser enviado mensalmente à Receita Federal. As indústrias obrigadas incluem aquelas que: Possuem estabelecimento industrial; Exercem atividades classificadas nas divisões 10 a 32 da CNAE; Estão no regime de Lucro Real ou Lucro Presumido. Indústrias optantes pelo Simples Nacional ainda não estão obrigadas a esse envio. 2. Quais informações são requeridas pelo Bloco K? As informações a serem incluídas no livro digital são as seguintes: Quantidade produzida; Quantidade de materiais consumidos por ordem de produção; Quantidade produzida por terceiros; Quantidade de materiais consumidos na produção por terceiros; Movimentações internas de estoque sem relação direta à produção; Materiais de propriedade da indústria e em seu poder; Materiais de propriedade da indústria e em poder de terceiros; Materiais de terceiros em poder da indústria; Lista de materiais de todos os produtos fabricados por produção própria e por terceiros. 3. Quais as principais mudanças nas indústrias com o Bloco K? A principal mudança para as indústrias é o elevado controle de estoque e a organização financeira. Mudanças operacionais, sejam internas ou externas, necessitam ser rigorosamente controladas e registradas no livro. A comunicação entre departamentos deve ser eficiente para evitar perdas de informações. 4. Quais as multas e punições do Bloco K? Indústrias que não apresentarem as informações à Receita Federal ficam sujeitas a multas e à suspensão da emissão de notas fiscais eletrônicas. As penalidades para atraso incluem: Multa de 1% sobre o valor do estoque; R$ 500,00 para indústrias optantes pelo Simples Nacional; R$ 1.500,00 para as demais. Além disso, para informações inexatas, a multa é de 3% sobre as obrigações comerciais, e a penalidade de 100% do imposto devido no caso de sonegação pode levar à autuação criminal. 5. Quais unidades de medida são exigidas pelo Bloco K? O Bloco K SPED requer as quantidades de itens, em vez de cifras. Devem ser informados saldos iniciais e finais, movimentação de estoques, insumos, ferramentas e matérias-primas utilizadas no processo de industrialização, além de produtos individualizados. 6. O que é necessário na entrega do Bloco K? O Bloco K SPED exige que todas as movimentações estejam ligadas às Ordens de Produção. Dois aspectos principais devem ser alinhados: Movimentações de materiais consumidos devem ser atreladas às Ordens de Produção, evidenciando a composição de cada produto acabado; Indústrias que terceirizam processos de fabricação devem rastrear remessas e retornos, garantindo que o saldo de envio menos retorno seja sempre zero ao final do período. É fundamental assegurar que os itens retornados de terceiros possuam um novo código, devido à agregação de mão de obra e materiais na produção. Esses itens devem ser corretamente contabilizados como custo de industrialização. 7. Consigo apresentar informações variáveis de produção? O layout do Bloco K SPED é suficientemente flexível para se adaptar às mudanças e necessidades que possam surgir. É possível fazer ajustes nos itens atrelados à utilização de insumos nas Ordens de Produção. “Implementar o Bloco K melhorou significativamente nossa eficiência no controle de estoque e na conformidade fiscal.” Outros artigos que podem ser do seu interesse incluem: O que é Bloco K e como implantar? Sistema ERP orientado para processos; Reengenharia de processos industriais. Se você ainda possui dúvidas sobre o Bloco K, não hesite em deixar um comentário. Estamos à disposição para ajudar!
Case MixMetais

Flexibilidade, facilidade de uso e excelente custo/benefício – estes foram os principais fatores que levaram a Mix Metais a eleger o E2Corp ERP como a melhor solução para seus negócios. A Mix Metais é uma empresa fornecedora de metais de linha e personalizados para a indústria de moda, que conta com uma estrutura de duas lojas de varejo, um centro de distribuição e uma unidade industrial. Fornece e fabrica fivelas, botões, argolas e aviamentos em metal, desenvolvidos à base da liga metálica Zamac. Em um momento crucial e complicado do seu desenvolvimento, a Mix Metais experimentava diversos problemas com a comunicação entre as lojas e a fábrica, pois utilizava formulários e avisos via e-mail, em um processo desgastante que consumia um tempo precioso. Naquele momento, a Mix Metais buscou a melhor solução em sistema integrado de gestão, encontrando no E2CORP da AOKI Sistemas uma parceria de sucesso: “Tivemos sucesso na implantação do ERP, e parte dela foi pelo conhecimento de regras de negócio que os consultores da AOKI possuem, desde o levantamento das necessidades até a confecção de simples relatórios, sempre com visão holística do projeto e visando atender a empresa não somente no ‘hoje’. Além do grande conhecimento, vale ressaltar a facilidade de transmissão aos usuários.” Evandro Luis Silva – Gerência Enquanto a maior parte dos ERPs eram totalmente fechados às mudanças, com o E2CORP, foi diferente: “Dentre vários fornecedores de ERP, escolhemos o E2CORP por três motivos: flexibilidade, facilidade de uso e melhor custo/benefício”, pontua. Com os bons resultados da implantação, a Mix Metais agora estuda ampliar seu campo de atuação para outros estados além de São Paulo, por meio de representações e possíveis instalações.
